A JSD Distrital de Lisboa lançou este domingo, dia 21 de Outubro, a 1ª pedra do Metro em Loures, um momento simbólico para uma nova fase na Mobilidade da Área Metropolitana de Lisboa e assinalar a nossa proposta de expansão do Metro de Lisboa através da Linha Amarela, ligando Odivelas a Loures.

Todos os dias entram em Lisboa cerca de 370 mil carros. Os problemas de mobilidade em Lisboa resolvem-se nos acessos à capital, com uma visão metropolitana dos transportes para mudar a realidade atual de congestionamentos numa cidade onde é impossível circular a qualquer hora do dia.

Após uma análise à atual rede do Metropolitano de Lisboa, a JSD Distrital de Lisboa defende uma expansão à escala do Distrito de Lisboa, e nesse âmbito, propomos a extensão da atual Linha Amarela, a partir da estação terminal em Odivelas até à cidade de Loures. Com base nos estudos e projetos – em particular, o projeto de 2009 – este prolongamento de cerca de 5.5 km, deverá passar pelas estações de Codivel (ainda em Odivelas), Torres da Bela Vista/Frielas, Santo António, Loures (cidade) e Infantado.

O município de Loures tem 200 mil habitantes e a expansão que propomos é verdadeira metropolitana porque permite também o acesso mais facilitado a Lisboa às populações de concelhos como Mafra, Torres Vedras e Vila Franca de Xira”, diz Alexandre Poço, Presidente da JSD Distrital de Lisboa.

Lamentavelmente, a vontade do Governo PS é de investir no centro da cidade, com a linha circular entre Rato e Cais do Sodré. Este investimento, que tem merecido críticas de utentes, trabalhadores e de técnicos da Ordem dos Engenheiros, tem um custo 3x superior à média habitual de investimentos no Metro: 180 milhões de € por km vs. 60 milhões de € por km.

O gesto simbólico de lançamento da 1ª pedra do Metro em Loures faz parte de um conjunto de iniciativas que a JSD Distrital de Lisboa está a promover “para que a Área Metropolitana de Lisboa chegue finalmente ao séc. XXI na área da Mobilidade, atualmente um dos fatores que mais prejudica a qualidade de vida das pessoas que vivem neste Distrito e que perdem horas e dias no trânsito por falta de uma oferta metropolitana de transportes de qualidade”, conclui o Presidente da JSD Distrital de Lisboa, Alexandre Poço.